Aqui na Estante Mágica somos grandes entusiastas da Educação! =) Eu, por exemplo, sou tão apaixonado pelo tema que não só o meu trabalho do dia-a-dia gira em torno da educação, como também o trabalho voluntário a qual me dedico no tempo livre é também voltado para a educação.
Mas eu queria falar hoje de uma educação diferente da tradicional: a educação empreendedora. Você já deve ter perguntado ao seu filho o que ele quer ser quando crescer e, dificilmente, deve ter ouvido dele que quer ser empresário. Pois é, isto porque a educação para o empreendedorismo é pouco divulgada no Brasil, um país carente de empreendedores – aspirantes a empresários que enxergam longe e que percebem as necessidades cotidianas e trabalha para supri-las.
A Junior Achievement, uma ONG internacional de incentivo à educação empreendedora, possui um programa chamado Miniempresa, do qual sou voluntário desde 2010. O programa proporciona a estudantes do Ensino Médio, a experiência prática em economia e negócios, na organização e operação de uma empresa. Durante o Miniempresa, são explicados os fundamentos da economia de mercado e da atividade empresarial através do método Aprender-Fazendo, onde cada participante se converte em um miniempresário.
No final, a miniempresa de cada colégio atendido pelo programa vende seus produtos em uma feira, que acontece geralmente em um shopping ou centro comercial da cidade onde é realizado. Dá só uma olhada no videozinho abaixo e sente o clima super alto astral dessa garotada!
Curtiu? Procure a Junior Achievement do seu estado e descubra como participar dessa grande transformação!
Robson Melo
Multi-curioso, multi-piadista, multi-escritor, multi-tarefas e Multiplicador de felicidade.
Oi Robson,
COncordo com vc em partes. Acho sim que, depois de uma certa idade, os alunos fossem apresentados as questões relacionadas a profissão, ao futuro, a vida adulta.
Mas fico com receio de, neste momento, o currículo escolar brasileiro que já é tão falho, deixe de dar atenção para disciplinas importantes para crianças somente para acrescentar essas novas “matérias”.
Sei que existem N maneiras de apresentar isso aos pequenos, mas acho que deveríamos dar grandes passos para o desenvolvimento da educação básica antes de qualquer novidade.
bjoca
Oi, Carol! É verdade que nosso currículo é bem falho, mas não digo nem em acrescentar o empreendedorismo como uma matéria a mais. Acho que o empreendedorismo deve fazer parte das que já existem. Por exemplo, ensinar matemática financeira no ensino médio pode ser tão ou mais importante quanto matriz, por exemplo. Mas você está coberta de razão quando diz que ainda precisamos dar grandes (eu diria gigantescos) passos no desenvolvimento da educação básica! Beijão!